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Archive for the ‘Revista’ Category

09/04, não lembro muita coisa… Mais no começo da madrugada, estava em frente ao ponto de ônibus conversando com algumas pessoas.


Conversarmos por quase 2 horas, ali em pé, naquela madrugada fria… Vimos o começo do amanhecer, duas das pessoas voltaram para a fila do P2, eu e o restante para o P4, olhei para o céu e vi que começava a ficar meio azulado. Até cheguei a enviar um twitter, passaram se alguns minutos ou horas, não me lembro ao certo… As pessoas começaram a desmontar as barracas, novas pessoas começavam a chegar…

E lá fui eu atrás da UV – BAHIA. Fiquei por horas lá conversando com: o Jan, Paty Mora, Suelen e mais algumas pessoas… Voltei… Resolvi ir tomar um café no STARBUCKS, a Rosi foi comigo. Chegando lá o Cris, me ligou avisando que a fila tava andando, que era para voltarmos . A Rosi, voltou e eu continue lá na fila, comprei dois pães de queijo um Moccha e um café para a Rosi.

Voltei para a fila… E caminhando pela SAAD, cada vez mais, pessoas de todos os lados, chegavam ao MORUMBI. Fui para o meu lugar na fila, entreguei o café da Rosi, arranjei um espaço na fila, me sentei e lá comecei a tomar o meu café da amanhã. Belo café, diga-se de passagem. A galerinha da UV – BAHIA estava toda na minha frente, chamei o Pedro (Peu), para conversar com ele, papo vai papo vem, o meu café acabou. Pedi emprestado o protetor solar da Paty. Afinal, o SOL já estava rachando a cuca de muitos por ali… Daí em diante o que me restou foi apenas esperar… Algumas horas se passaram, a Renata e a Adriana do U2-MOFO chegaram… Foram lá na fila falar comigo, a Rosi e o Cristino… Minutos depois, finalmente a RITA chegou. \o/

A fila já tinha andando bastante, aproveitei e fui ao banheiro, fiquei na fila por quase 30 minutos. Lá encontrei com amiga da Cecília, da UV – BH, ficamos conversando. Voltei para a fila, a Rita me ofereceu um pedaço de pizza. Aquilo junto com uma COCA-COLA, do qual a Maria Elvira, já havia comprado pra mim, foram o meu almoço. Mais, algumas horas se passaram e eu já não aguentava mais aquele SOL. Lá eu estava, lá eu fiquei… Vi a Maria Teresa (MT) da UV – RS, foi quando resolvi levantar e ir conversar com a Monica da UV – RIO, nisso vi um ser conversando em inglês, não sabia, até então que era um dos seguidores do U2, o Cathal. Fiquei por lá conversando com ele, comprei um livro, ele autografou. Enfim, foi bem divertido, logo ele se foi. Daí em diante não eram mais horas e sim alguns minutos para a fila começar a andar, um cercadinho se abriu… Andávamos um pouco e a fila parava, foi assim por alguns minutos.

 
Finalmente por volta das 15h00 ou 16h00 (não lembro ao certo), os portões do MORUMBI se abriram.

1º Fase: A separação dos ingressos..
2º Fase: 3 (três) policiais femininas para fazer revista para um bando de MULHERES LOUCAS e para os HOMENS tinha mais ou menos 10 policiais, isso foi o fim. O pessoal começou a reclamar, uma polícia quis dar uma de valentona, mais não colocou. Passando pela a revista, que pra mim foi super rápido, pois eu só tinha: uma bolacha BONO, uma CAPA DE CHUVA, o INGRESSO e a minha MÁQUINA.
3º Fase: A leitura dos ingressos, todinho do menino, só ouvia ele dizer: “Calma! Calma gente!”. E o povo respondeu: “Que mané calma!”.

Passando a 3º Fase, todos correm feitos loucos e o que encontramos na nossa frente? A tropa de CHOQUE. SIM, A TROPA DE CHOQUE! Não sei por que raios, eles estavam ali empacando a gente. A Monica chegou a questionar com um deles e ele respondeu: “Iremos todos caminhando até a pista… Todos os portões estão sendo assim…”, conforme caminhávamos, mais e mais pessoas chegavam, e do fundo surgiu um: “OH OH OH OOOOH…”, depois veio outro coro de: “U2, U2, U2, U2…”. Nisso eu estava segurando o braço de um moço que foi ao show de 2006, mais não teve jeito tive que solta-lo, era um empurrando o outro, quando me vi, estava ao lado da Monica. Segurei no braço dela e aquela muvuca começou a “correr”, ou melhor, fomos empurrados, pés trombavam um no outro, o meu medo era de cair ali e se pisoteada. Teve uma hora que não deu mais jeito, eles tiveram que soltar aqueles MONSTROS, pois é assim que DEFINO. Só vi um polícia caindo, ou melhor, ele praticamente saiu vooando… Eu pulei por ele e sai correndo, sinceramente, parecíamos BOIS indo para o ABATA.

Conforme descíamos as rampas, o pessoal da TF4 dizia: “Não precisa correr… Devagar… Cuidado para não cair…”, Sai correndo… Vi o Peu passar na minha frente, quando me dei conta estava no meio do MORUMBI… Todos viraram à esquerda… Nisso eu parei, vi um bando passar por mim e me empurrar. Ali, eu parei e fui me localizar, foi quando percebi que estava longe da INNER CIRCLE, e fui de encontro a muvuca, que volta desesperada para ir pra INNER CIRCLE, nisso eu vi o JAN, passando por mim e dizendo: “Não é aqui.. Não é aqui…”. E lá estava eu, indo de encontro a eles. Foi quando vi um lugar bem de frente ao palco, completamente vazio.

Lá eu cheguei e lá eu fiquei, o meu coração só faltava sair pela boca, foi quando percebi que estava sozinha. Peguei o meu celular e liguei para a Rita, que estava já na INNER CIRCLE. E lá estava ela e a Rosi, bem de frente ao palco. Então resolvi me sentar, liguei para a minha mãe, assim, como eu fiz em 2006, e avisei que já estava no MORUMBI, na grade. \o/ Fiquei ali, encontrei com um UV. E UV que é UV sempre conhece alguém que você que é UV conhece. Fiz amizade com o ASSIS e a Alê Vox de Manus, ambos UV. Sozinha lá eu estava, sozinha eu já não estava…



Comecei a conversar com as pessoas que estavam do meu lado, contei tudo sobre o dia anterior, sobre a nota de 20 REAIS.


Enfim… As horas se passaram, cansei de ficar sentada e resolvi levantar, comprei uma HEINEKEN. Vi a Maria Elvira do outro lado da ponte, fiz sinal para ela, tirei foto. E ali, na grade, tomando a minha HEINEKEN, vi todos os meus amigos FÃS de U2, na INNER CIRCLE. Pingos de chuva começaram a cair do céu, logo depois o show do MUSE começou, adorei! Eles são bons, não tão bons quando o U2, mais eles tocam bem. O show do MUSE terminou e começou uma nova tortura, a espera do SHOW DO U2.

Ver aquele relógio, girar, girar, girar e nada dele se dissolver foi um tormento. >.<

Mais por volta das 21h30, a tão grande cena aconteceu. Uma música dos DÊMONIOS DA GAROA começou a tocar, quando percebi todos no MORUMBI, estava cantando e as pessoas ao meu  redor sambando. Foi tão divertido!

 

A música terminou e o MORUMBI “se apagou”. Começou a tocar: Intro (Space Oddity). Aí me dei conta de que não era mais uma cena do DVD 360º e muito menos cenas do YOUTUBE. Os meus olhos se encheram de lágrimas e quando eu os vi pelo o telão O MORUMBI indo ao delírio, percebi que estava chorando, vi o LARRY, entrando e sentando em frente a sua bateria. Daí em diante, foi só curtição. Não tem como eu descrever o que é estar ali, na GRADE de frente a PASSARELA por onde eles ficam boa parte do show. Ver o show de onde vi, foi MAGINIFICO. Vi tudo o que eu queria ver, vi todo o PALCO e eles bem de perto.

No final do show me reencontrei com os meus amigos, pegamos um ÔNIBUS, com MUUUUUUUUUUUUUUUITO SACRÍFICIO e voltamos para o HOTEL.

Comprei algo para comer no hall do hotel, tomei um banho e me joguei na cama. Só fui acorda por volta das 06h00, quando a irmã da CRIS, veio se despedir de mim.

E depois só acordei por volta das 09h00, quando a Cris foi me avisar, que estava indo para o MORUMBI.

Mais isso daí é uma oooooooooooooutra história que fica para amanhã. =)

PS: Conversando com a Alê Vox, que entrou pelo o P2, ela disse que por lá não teve nada de TROCA DE CHOQUE. Juro não sei por que raios fizeram isso com a agente. =/

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Os US$ 195 milhões que o cantor investiu na rede social acabaram virando US$ 728 milhões.

A decisão de Bono de investir no Facebook valeu a pena. A parte do vocalista do U2 no site de rede social é agora de US$ 728 milhões, segundo site Wenn.
O roqueiro comprou 1,5% da empresa por US$ 195 milhões em 2010, do diretor da Elevation Partners, empresa de investimento que co-fundou a rede social em 2001.

Agora, sua fatia do Facebook, co-fundada por Mark Zuckerberg, vale U$728 milhões, após o valor do popular site dispar para U$ 50 bilhões no início deste mês.

Via ego.globo.com

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Especializada em causar polêmica com suas declarações no Twitter, Rita Lee parece ter entrado em mais uma neste domingo (26).

A cantora usou o serviço de microblogs para fazer sobre música e, questionada, por uma seguidora, deu sua opinião sobre o “U2”.

“A banda é boa, mas aquele Bono é um chaaaato”, escreveu Rita, que também falou sobre a nova geração de cantores.

“Na minha vidinha besta assisti de camarote aparições de artistas estelares que duram até hoje. Hj os ‘meteoritos’ não duram nem 15 segundos”, alfinetou.

VIA: REVISTA QUEM.

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Quais são as melhores músicas de todos os tempos?

A pergunta – de difíceis e múltiplas possibilidades – é respondida na edição especial Rolling Stone – 500 Maiores Músicas de Todos os Tempos – Internacionais (Spring Publicações). Com 128 páginas, formato luxuoso e ilustrado por mais de uma centena de fotos históricas, o livro apresenta uma elaborada listagem com as grandes canções produzidas desde os anos 40, elaborada por um júri formado por dezenas de especialistas, entre artistas, produtores, jornalistas e executivos da indústria fonográfica.

A lista das 500 maiores músicas foi reunida pelos editores da Rolling Stone baseada em duas extensas pesquisas. Em 2004, a Rolling Stone EUA solicitou a um júri de 162 pessoas uma seleção das melhores canções já produzidas. Em 2009, foi pedido a um grupo similar de 100 especialistas a escolha das melhores canções lançadas a partir dos anos 2000. Entre os ilustres eleitores, estão nomes como Yoko Ono, Ozzy Osbourne, Slash, Jakob Dylan, Lenny Kravitz, Will.i.am, James Hetfield e Lars Ulrich (ambos do Metallica), os produtores Rick Rubin, Butch Vig e integrantes do Coldplay, Strokes, Rage Against the Machine, Devo, Ramones, Black Crowes e Kings of Leon.

Algumas características interessantes podem ser apontadas a partir da seleção de 500 canções. Beatles foi a banda com mais músicas na lista (23), seguida por Rolling Stones (14), Bob Dylan (13), Elvis Presley (11), U2 (8), Beach Boys e Jimi Hendrix (7 cada). O ano que gerou mais músicas da lista foi 1965. A década de 60, inclusive, foi responsável por quase 40% da listagem: 195 das 500 canções foram lançadas nos inesquecíveis “sixties”. Dos anos 70, foram escolhidas 131 faixas; por outro lado, apenas 27 músicas lançadas nos últimos dez anos entraram na compilação.

Além de trazer uma breve história de cada uma das músicas escolhidas, a edição especial apresenta informações técnicas, como compositores, produtores, posição máxima alcançada na parada norte-americana de singles e quantidade de semanas que permaneceu na lista dos “100 mais”. Embalando a leitura, mais bônus exclusivos: artistas e produtores selecionam seus top 10 pessoais, além de discorrerem sobre a difícil arte de compor a canção perfeita.

Rolling Stone – 500 Maiores Músicas de Todos os Tempos – Internacionais já está nas bancas e livrarias de todo o Brasil.

Abaixo, você confere a lista com as 25 primeiras canções:

1. “Like a Rolling Stone” – Bob Dylan
2. “(I Can’t Get No) Satisfaction” – The Rolling Stones
3. “Imagine” – John Lennon
4. “What’s Going On” – Marvin Gaye
5. “Respect” – Aretha Franklin
6. “Good Vibrations” – The Beach Boys
7. “Johnny B. Goode” – Chuck Berry
8. “Hey Jude” – The Beatles
9. “Smells Like Teen Spirit” – Nirvana
10. “What I’d Say” – Ray Charles
11. “My Generation” – The Who
12. “A Change is Gonna Come” – Sam Cooke
13. “Yesterday” – The Beatles
14. “Blowin’ in the Wind” – Bob Dylan
15. “London Calling” – The Clash
16. “I Want to Hold Your Hand” – The Beatles
17. “Purple Haze” – The Jimi Hendrix Experience
18. “Maybellene” – Chuck Berry
19. “Hound Dog” – Elvis Presley
20. “Let It Be” – The Beatles
21. “Born to Run” – Bruce Springsteen
22. “Be My Baby” – The Ronettes
23. “In My Life” – The Beatles
24. “People Get Ready” – The Impressions
25. “God Only Knows” – The Beach Boys

Rolling Stone – 500 Maiores Músicas de Todos os Tempos – Internacionais
Spring Publicações
128 páginas
R$ 19,90
Formato: 20,5 cm X 27,5 cm
Distribuição nacional.

VIA: REVISTA ROLLING STONES – BRASIL.

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Bon Jovi lideram a lista das digressões mais lucrativas de 2010, elaborada pela Billboard.

A banda de “It’s My Life” ficou à frente dos U2, dos AC/DC e de Lady Gaga (em segundo, terceiro e quarto lugar, respetivamente), angariando mais de 110 milhões de euros.

Em 2011, os Bon Jovi vêm a Portugal, tocando a 31 de julho no Parque da Bela Vista, em Lisboa.

De realçar, porém, que os Bon Jovi deram 69 concertos, ao passo que os U2 (cerca de 100 milhões de euros) e os AC/DC (92 milhões de euros) atuaram 22 e 28 vezes, respetivamente.

Em quarto lugar, Lady Gaga, que esta noite se apresenta em Lisboa, embolsou 87 milhões de euros por 122 concertos.

Conheça aqui as 25 digressões mais lucrativas de 2010:

1. Bon Jovi
2. U2
3. AC/DC
4. Lady Gaga
5. Black Eyed Peas
6. James Taylor & Carole King
7. Eagles
8. Metallica
9. Dave Matthews Band
10. Paul McCartney

11. Michael Bublé
12. Trans-Siberian Orchestra
13. Tim McGraw
14. Tom Petty & The Heartbreakers
15. Taylor Swift
16. André Rieu
17. Brad Paisley
18. George Strait & Reba McEntire
19. Justin Bieber
20. Nickelback
21. Phish
22. Miley Cyrus
23. Rascal Flatts
24. Carrie Underwood
25. Tiësto

VIA: REVISTA – BLITZ.pt.

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Ator e vocalista do U2 foram fotografados em Sidney, na Austrália, nesta terça-feira (7)

Jake Gyllenhaal foi fotografado nesta terça-feira (7) almoçando com Bono Vox e The Edge, integrantes do U2, em Sidney, na Austrália. O vocalista da banda levou a sua filha, Jordan, de 20 anos.

De acordo com o jornal “The Sun”, o quarteto estava muito animado e tomou algumas garrafas de vinho em um elegante restaurante na praia de Bond Beach. Ainda de acordo com a publicação, antes de deixarem o local, eles tomaram uma dose de cachaça brasileira.

Nesta terça-feira, o U2 confirmou uma segunda apresentação no Brasil, no dia 10 de abril, no Estádio do Morumbi. Os ingressos para o primeiro show, que acontece dia 9, se esgotaram rapidamente.

Via Revista Quem

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Importada da língua inglesa, a sigla VIP significa very important people – ou gente muito importante, na versão em português. Na polêmica em torno dos grandes shows, porém, a sigla virou adjetivo e ganhou outros sentidos. Área colada ao palco – de onde se sentiriam as gotas de suor do artista em performance – ou local de regalias como acesso exclusivo e venda igualmente exclusiva de comes e bebes. Ou ainda os dois, desde que, é claro, se pague caro para estar lá dentro. O anúncio de que a banda irlandesa U2 trará para o Brasil, em 2011, a sua Red Zone deixa ainda mais complexa a barafunda de significados atribuídos às letras VIP – e, ao mesmo tempo, pode ajudar a colocá-la em ordem.

Lugar de preço alto (a entrada custa 1.000 reais -) e benefícios como os já citados, a Red Zone é, por outro lado, um espaço com objetivo beneficente e não tão próximo ao palco – quem pagar muito menos, 180 reais, terá mais chance de ser alvejado pela saliva de Bono. Vale a pena, então, chamar a Red Zone de área vip? A maioria dos comentários enviados pelos leitores de VEJA indica que não. Que a proximidade do palco, e não privilégios como os de evitar fila no Morumbi, é o que define se a área é elitista – o significado, em última instância, da sigla inglesa. E que o caráter beneficente da Red Zone a absolve e transforma numa espécie de “cercadinho do bem”.

“Quase caí da cadeira quando vi esse valor de 1.000 reais. Pensei, ‘quem eles pensam que são?’. Depois, lendo o resto da reportagem, que vi a nobreza da causa”, diz Geainny na matéria Show do U2 terá área vip. Mas é por uma boa causa. “Perfeito. U2 é realmente exemplo a ser seguido. A Red Zone não fica na frente do palco – fica nas laterais e a renda vai pra projetos do Bono em benefício da África. Pista vip pro U2 é para quem chega cedo”, comenta em outro texto, U2 sem área vip é um exemplo a ser seguido, o leitor Odirley.

Há também, é claro, quem enxergue na proposta uma espécie de engodo. “E esse papinho de ‘causa nobre’?!?? Absurdo”, escreve Felipe. Mas o que sobressai mesmo da discussão é se o dinheiro dá direito a alguém ter acesso privilegiado ao palco. Quem ainda não opinou pode tomar uma posição clicando aqui para responder à enquete de VEJA: É justo quem pode pagar mais ter acesso privilegiado ao palco?

VIA: REVISTA – VEJA ONLINE.com.br.

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